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Existem milhares de tratamentos estéticos considerados mais naturais para serem feitos, saindo um pouco do mundo de cirurgias. Entre eles, temos a argiloterapia.
O tratamento é bastante conhecido pela sua facilidade de aplicação e uso, além dos resultados satisfatórios na grande maioria dos pacientes. Nesse caso, é comum que comecem a surgir dúvidas sobre sua composição e algumas curiosidades.
Por isso, no artigo de hoje vamos falar tudo sobre a argiloterapia e como escolher o melhor tratamento para suas condições atuais.
O que é argiloterapia?
Como o próprio nome diz, a argiloterapia é um tratamento completamente feito a base de argila, sendo esta dissolvida em outros componentes, como água ou gel. Nesse caso, estamos falando de uma composição química que atua diretamente em tratamentos de pele.
Os principais componentes desse tipo de tratamento são:
Oligoelementos;
Alumínio;
Zinco;
Ferro;
Entre outros.
Em geral, o tratamento é bastante completo e cumpre o prometido no quesito hidratação e cuidado com a pele. Por isso, atua com as seguintes propriedades:
Antioxidante;
Secativa;
Adstringente;
Tensora;
Reconstrutora;
Antisséptica;
Desintoxicante.
Pensando nas propriedades e nas funções, é natural pensar que a argiloterapia é indicada principalmente para tratar questões de pele. Ou seja, acne, limpezas de pele, celulite ou flacidez.
Benefícios da argiloterapia corporal e capilar
O primeiro passo para que tudo ocorra da melhor maneira possível é realizar o procedimento acompanhado por profissionais capacitados. Afinal, estamos falando de uma aplicação direta na pele e no rosto, sendo extremamente delicados.
Junto a isso, é interessante que o paciente busque primeiramente um médico para saber qual a sua condição atual e se o uso da argiloterapia pode causar algum problema de saúde. Dessa forma, é possível garantir com mais certeza que os benefícios de fato serão encontrados.
Argiloterapia capilar ajuda a diminuir queda de cabelo e ajuda no combate contra caspa;
Além disso, a argiloterapia apresenta diversos outros benefícios, que podem ser percebidos de acordo com a condição atual de cada paciente. Por outro lado, como dito anteriormente, tudo deve ser devidamente consultado com médicos e especialistas.
Tipos de argila
É claro que sendo um produto amplamente usado e que atua combatendo diversas condições, a argiloterapia possui uma subdivisão, com tipos. Assim, esses tipos ajudam a determinar qual vai ser a atuação.
Tratamento com argiloterapia
Sendo assim, os principais tipos encontrados são:
Branca
A argila branca é composta principalmente por componentes cicatrizantes e também antissépticos. Ou seja, sua principal atuação é ajudar no processo de regeneração de problemas na pele.
Além disso, atua também com limpeza e até mesmo com cicatrização, dependendo do grau de risco do ferimento. Sabendo disso, naturalmente a argila branca é muito usado para quem possui acne, já que atua com esse processo de limpeza constante.
Vermelha
Sendo normalmente usada para tratamentos de rubores na face, a argila vermelha é composta principalmente de óxido de ferro, o que justifica sua coloração. Nesse caso, sua principal atuação é a presença de regulagem do sangue.
Ou seja, ajuda o sangue a circular de maneira correta e evita que se concentre em um único local, o que seria exatamente o rubor facial. Além disso, também pode ser usada no corpo para combater casos de flacidez.
Verde / cinza
Tanto a argila verde quanto a cinza possuem a mesma função: diminuição de problemas de oleosidade na pele. Para isso, contam com grandes componentes de purificação.
Assim como a argila vermelha, também é possível aplicar no restante do corpo, principalmente para o combate a celulite. Dessa forma, acaba sendo um material bastante procurado principalmente pelo público feminino.
Roxa
Atuando diretamente colágeno, por ser composta de magnésio, a argila roxa é muito usada para melhoria da pele, esteticamente falando. Assim, o ganho é de uma aparência mais jovem, já que atua principalmente na reconstrução celular.
Por outro lado, combate o envelhecimento e ajuda a evitar os tradicionais traços de idade, principalmente em mulheres. Nesse sentido, é uma das mais conhecidas hoje em dia e também das mais procuradas para tratamentos de envelhecimento.
Amarela
Assim como a argila roxa, a amarela também é usada principalmente para colágeno, possuindo composição de silício e potássio. Dessa forma, age diretamente na profundidade da pele, removendo impurezas.
Em conjunto com a argila roxa, é um tratamento conhecido e muito buscado em clínicas de estética principalmente.
Como é feito a Argiloterapia?
A argiloterapia possui em geral um tratamento bastante simples, contendo apenas a aplicação das argilas diretamente na pele do paciente. Com isso, a argila é colocada para descanso no rosto, para que as propriedades possam penetrar na pele.
Normalmente, quando a ideia é ter um resultado mais rápido e mais forte, podem ser usadas também mantas térmicas para aquecimento e aceleração do processo.
No entanto, antes mesmo de começar, é preciso ter em mente quantas sessões em média duram o tratamento. Afinal, como são questões individuais, os tratamentos vão variar de pessoa para pessoa.
Mesmo assim, a grande maioria das vezes se resumem a 10 sessões divididas em duas vezes na semana, com tempo de 40 minutos. Ou seja, existe uma média comum entre os praticantes, mas ainda deve ser sempre acompanhada por um especialista.
Após o procedimento de argiloterapia, o recomendado é que se continue em casa com o tratamento, com cuidados adicionais e complementares. Por exemplo, o profissional responsável pode indicar lavagens na pele com certa periodicidade, ou ainda recomendar o uso de água quente.
De maneira natural, a única contraindicação existente é para pessoas que possuem qualquer alergia dos materiais que compõem a argila. Por isso, é importante estar atento ao tipo escolhido e qual a sua composição final.
Esse cuidado é importante pois é possível que a pele fique um pouco ressecada nas primeiras sessões, e em casos de alergia pode causar algumas complicações. Nesse sentido, sempre busque orientações médicas para que ocorra da maneira correta e saudável.
A mastopexia é uma cirurgia bastante comum e procurada por diversas mulheres, principalmente quando falamos de reparação de mamas. Mesmo assim, ainda é um procedimento pouco esclarecido, onde muitas dúvidas podem surgir.
Pensando nisso, no artigo de hoje vamos falar tudo sobre o procedimento, incluindo suas recomendações de pré e pós-operatório. Além disso, você também vai saber mais sobre a cicatrização e como pode ser acompanhado por médicos.
Sendo assim, entender mais sobre a cirurgia ajuda principalmente a entender a necessidade dela para cada caso específico. Dessa forma, a recomendação inicial é sempre o atendimento médico.
O que é a Mastopexia?
A mastopexia, ou lifiting da mama, consiste em uma operação para correções estéticas da mama, decorrente de caimentos da mesma. Nesse caso, estamos falando de um caimento natural, causado por situações como:
Envelhecimento;
Perda de peso;
Período de amamentação.
Em geral, a grande motivação para realizar a mastopexia é retirar o excesso de pele, fazendo com que os tecidos voltem a posição natural e mantenha uma simetria esteticamente. Ou seja, é como se reajustasse a simetria do corpo como um todo, alinhando no tórax da paciente.
Mastopexia Com ou sem prótese?
Muitas pessoas acham que a prótese nesses casos é obrigatória, o que não é verdade. Na verdade, o procedimento em si não exige uso de prótese alguma, mas pode ser usada em material de silicone.
Normalmente, essa decisão de uso ou não de prótese vai depender principalmente do caso individual de cada pessoa, e sempre com apoio de um cirurgião no caso. Assim, a prótese começa a ser indicada se a quantidade de pele retirada não for suficiente para preencher a mama como um todo.
Os casos de envelhecimento são os mais comuns, onde o tecido já está mais flácido e de difícil manuseio para reajuste. Por isso, nesses casos, a prótese pode ser bastante indicada.
Mesmo assim, o ideal é avaliar junto a um profissional qual a situação exata do paciente, para que seja decidido com base nesse momento. Com isso, ocorre um cuidado maior e o risco de efeitos colaterais diminui consideravelmente.
O que fazer antes e depois da cirurgia
Para a mastopexia, existem algumas recomendações que precisam ser seguidas antes do procedimento, sendo elas:
Sinalizar aos médicos quando ocorrer qualquer tipo de gripe ou mal estar;
Jejum de 8 horas tanto para comida quanto para água;
Não consumir bebidas alcoólicas, drogas ou qualquer refeição que possua uma alta quantidade calórica 24 horas antes.
Da mesma forma, após a cirurgia, também existem algumas recomendações, como por exemplo:
Sem esforço por pelo menos 15 dias;
Uso de cinta cirúrgica por pelo menos 30 dias;
Evitar movimentos bruscos ou carregar peso;
Evitar de deitar de lado ou de bruços, além de não elevar os braços em uma altura acima dos ombros;
Evitar exposição ao sol;
Não ir para academia ou realizar atividades físicas por pelos menos 30 dias;
Alimentação não deve ser modificada.
No que diz respeito a alimentação, o ideal é que a paciente continue seguindo a mesma dieta que sempre seguiu, sem restrições ou inclusões apenas pela cirurgia. Entretanto, o ideal é acompanhamento médico para ter certeza sobre a questão alimentar.
Além disso, as atividades físicas também devem ser acompanhadas por médicos, seja para começar antes dos 30 dias ou para adiar mais ainda o início. Nesse sentido, tudo deve ser extremamente acompanhado pelo profissional responsável.
Como é a cirurgia de Mastopexia?
Assim como qualquer outro procedimento cirúrgico, tudo deve ser realizado por um cirurgião plástico, devidamente credenciado para isso. Nesse caso, opte sempre por algum médico de confiança ou que já possua bons resultados.
Com isso, deve-se iniciar com os chamados exames clínicos, onde a paciente é direcionada para fazer todos os exames possíveis. Dessa forma, não só a mastopexia é validada como possível, como são estudadas possíveis causas de contraindicação.
Com os exames prontos e caso se confirme que o procedimento pode ser realizado, é necessário a marcação da cirurgia e do seu pré-operatório. Nele, é quando o médico responsável faz uma espécie de resumo com tudo que pode acontecer.
Ou seja, a paciente fica cinte das técnicas, dos ricos e possíveis complicações durante a cirurgia, para que dê seu consentimento de que concorda em seguir.
No que diz respeito a cirurgia em si, ela dura em média duas ou três horas, dependendo diretamente apenas do tamanho das mamas de cada paciente. Além disso, a anestesia pode ser local com sedação ou geral.
Após o procedimento, o ideal é que a paciente fique internada pelo menos por médio período, para acompanhamento de perto da equipe médica responsável.
Pós-operatório e cicatriz da Mastopexia
Um momento bastante delicado depois da cirurgia diz respeito a cicatrização da Mastopexia, sendo uma preocupação muito comum. Afinal, querendo ou não, acaba determinando o acabamento estético do procedimento.
Pensando nisso, todas as indicações de pós-operatório que citamos anteriormente precisam ser seguidas do início ao fim. Com isso, a paciente consegue garantir que a cicatrização vai ocorrer da melhor forma possível, sem deixar marcas.
Além disso, para conseguir entender por completo esse processo, se faz necessário ainda conhecer um pouco sobre as fases que envolvem a cicatrização. Assim, as três fases da cicatrização são:
Inflamatória
A fase inflamatória é a inicial, perdurando por mais ou menos 15 dias, sendo o principal momento de cuidado por parte da paciente. Nesse momento, o local normalmente fica inchado e inflamado, com algumas vermelhidões pelo curativo.
Proliferativa
Nos 15 dias após da fase inflamatória, ocorre a fase proliferativa, onde a inflamação consegue a diminuir e o local onde está a cicatriz engrossa mais. Com isso, ocorre também a mudança na cor daquela região.
Reparadora
A fase reparadora tem seu início mais ou menos no segundo mês após a cirurgia, e é quando a cicatriz começa a ficar cada vez mais clara. Além disso, a presença de qualquer irregularidade se torna mais difícil.
Dessa forma, ao final de todas as fases temos a chamada cicatrização completa da Mastopexia, que só é considerada depois de pelo menos 12 meses da cirurgia. Assim, o ideal é manter o acompanhamento médico durante todo esse período.
A gordura localizada é um problema comum principalmente entre mulheres. Por isso, cada vez mais surgem tratamentos para tentar combatê-la. Entre eles, temos a chamada aplicação de enzimas.
Normalmente, essa é a primeira ação que se realiza na busca pela redução da gordura, até por ser menos invasiva que cirurgias ou procedimentos estéticos, como por exemplo a Abdominoplastia. Mesmo assim, acaba não sendo muito bem divulgado alguns detalhes sobre as enzimas.
Por conta disso, no artigo de hoje vamos falar tudo sobre a aplicação de enzimas, como funciona, quais as regiões de aplicação e para quem é indicado. Nesse caso, é possível saber se seu perfil se adequa, para posterior avaliação médica da possibilidade.
Lembrando que apesar de não ser um tratamento cirúrgico, ainda está diretamente ligado a saúde, sendo de caráter primordial o acompanhamento médico desde o início.
O que é a aplicação de enzimas?
De maneira geral, as enzimas podem ser entendidas como substâncias de caráter orgânico, que sofrem reações diferentes dentro do organismo. Além disso, essas substâncias são produzidas pelo próprio corpo.
Cada uma delas atua com uma função específica, como por exemplo a liberação de gordura do tecido adiposo. Por outro lado, também atuam na produção constante de colágeno.
Pensando nisso, naturalmente já é possível identificar o objetivo da aplicação de enzimas, que nada mais é do que colocar essas substâncias diretamente onde se deseja. Com isso, a atuação de liberação de gordura é direcionada.
Existe ainda uma aplicação intradérmica, onde a prática passa a ser chamada de mesoterapia. Nesse caso, a aplicação é feita usando agulhas com uma espessura muito fina.
É importante ressaltar que a aplicação de enzimas por si só não é capaz de fazer milagres. Afinal, o que ocorre é apenas uma quebra das moléculas de gordura, ou seja, o corpo em si não vai retirar de lá, porém é muito utilizada para perder barriga.
Para que ocorra essa liberação, é importante que a aplicação seja acompanhada de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada, de modo que favoreça o bom funcionamento do organismo.
Como funciona a aplicação de enzimas?
Anteriormente, falamos sobre a aplicação de enzimas ocorrer por meio de agulhas finas, mas existe muito mais por trás dessa aplicação. Normalmente, as enzimas vem a partir de uma combinação de 4 a 6 elementos finais.
Ou seja, funciona como uma grande combinação de substâncias que de alguma forma contribuem entre si para eliminar a gordura localizada. Em geral, ocorrem duas aplicações diferentes, sendo a intramuscular a focada em perder peso.
Na intramuscular, a aplicação ocorre nos glúteos, e tudo deve ser devidamente acompanhado por médicos especializados. Ocorre que, normalmente, são realizadas primeiro 3 enzimas como um teste.
Esse teste dura de 2 a 7 dias, para que o corpo possa reagir e possa ser obtido um resultado de análise de comportamento. Dessa forma, caso seja dado como positivo e de fato a gordura seja queimada, o procedimento é realizado.
É claro que a combinação das enzimas é feita de maneira individual, deixando quase improvável que se tenham combinações iguais. Afinal, depende de fatores como idade, dieta e rotinas de exercícios.
Nesse sentido, mesmo que as combinações sejam diferentes, o teste se mantém igual, pois seus resultados não vão variar. Caso funcione, funcionará independente da combinação usada.
Da mesma forma, caso não se mostre efetivo, também será sinalizado.
Recomendações pós procedimento
Apesar da aplicação de enzimas não ser um tratamento ou um procedimento complexo, é interessante que se tome alguns cuidados. Querendo ou não, ainda é um tratamento de saúde e de alterações no organismo.
Pensando nisso, a rotina em si não muda em muita coisa, sendo recomendado apenas que se evite o sol nas primeiras semanas. Além disso, outra alteração necessária está no cardápio, com alimentação.
Pelo menos um dia após o procedimento, o ideal é que se evite frutos do mar ou derivados de porco. Nesse caso, a recomendação deve ser seguida tanto no pré quanto no pós.
Por ser um procedimento simples, não há de fato contraindicações que precisem ser sinalizadas. No entanto, apenas para segurança, alguns grupos já conhecidos como gestantes e pessoas com obesidade não são indicadas.
Em geral, evita-se também quando a paciente possui algum tipo de alergia com os elementos usados nas enzimas. Por exemplo, camarão é um dos componentes encontrados, sendo necessário que exista essa análise prévia.
Escolha dos lugares das aplicações de enzimas
Quando falamos de um procedimento que pode ser aplicado em diversos lugares, como é o caso da aplicação de enzimas, é natural surgirem dúvidas sobre essa escolha. Em geral, o ideal é que seja feita primeiro a avaliação médica, para fins de descobrir os locais mais propícios.
Normalmente, os lugares mais escolhidos para a aplicação de enzimas, são:
Abdômen;
Flancos;
Braços;
Costas;
Interno das coxas;
Culote.
Ou seja, normalmente são os locais onde ocorre maior concentração de gordura, justificando a busca por essas regiões. Além disso, é importante ressaltar que, por mais que a grande maioria dos adeptos sejam mulheres, homens também realizam esse procedimento.
Já para aplicação da chamada pró-firm, enzima que atua no combate a flacidez do corpo, as partes onde mais ocorrem aplicações são:
Interno das coxas;
Abdômen;
Glúteo;
Antebraço.
O antebraço é bastante procurado principalmente na região onde a pele mais flácida fica evidente ao dar “tchau” usando as mãos. Nesse caso, é bastante procurado principalmente por mulheres.
Por fim, as enzimas de pró-cell são aquelas usadas para tratamento de celulites, aumentando a circulação sanguínea na região e diminuindo a criação de edemas. Para esse tipo de enzima, as principais regiões são:
Externo das coxas;
Interno das coxas;
Glúteos.
Esse estilo de enzima já é mais buscado tanto por homens quanto por mulheres, já que é um tratamento mais discreto e que os resultados costumam ser bastante natural.
Além disso, independente do tipo de enzima ou do local escolhido, o ideal é que o acompanhamento médico seja constante na aplicação de enzimas e principalmente de maneira prévia ao procedimento. Pois, de maneira geral, mesmo sem contraindicação ainda se trata de uma intervenção na pele.
Você já ouviu falar sobre o pompoarismo? Neste artigo, você vai saber o que é, quando fazer, quais são as contraindicações e os benefícios dessa prática, que pode melhorar a relação sexual e são parecidos com os exercícios de Kegel.
O que é Pompoarismo?
O pompoarismo ganhou força nos últimos anos, sendo um exercício pautado em exercitar os músculos do períneo. Além disso, é focado na melhoria de autoestima das mulheres.
Normalmente, a prática é realizada principalmente por mulheres que buscam conhecer mais o próprio corpo. Com isso, acaba trazendo um aumento de resultados para a prática sexual propriamente dita.
Por outro lado, o pompoarismo não é apenas para melhorias sexuais, na verdade, é um grande aliado no combate a doenças como a incontinência urinária. Afinal, ocorre todo um trabalho de fortalecimento dos músculos da região.
Pensando nisso, no artigo de hoje vamos falar um pouco mais sobre a prática, seus benefícios e suas contraindicações. Em geral, apesar das contraindicações, com o devido auxílio médico fica mais fácil de saber as condições atuais.
Por isso, o ideal é que se busque esse acompanhamento médico antes de realizar a atividade, buscando principalmente algo que impeça a prática.
Benefícios do pompoarismo
De maneira geral, o pompoarismo pode apresentar vantagens aos praticantes em várias esferas do dia a dia. Dessa forma, podemos citar alguns dos seus principais benefícios, sendo:
Fortalecimento da região pélvica, gerando uma grande melhoria nos resultados sexuais e orgasmos para mulheres e homens;
Além dos resultados, ocorre também um aumento no prazer durante relações sexuais, causado pelo aumento na estimulação sexual a cada contração realizada;
Para mulheres: melhoria na função sexual, além de melhorias de saúde como o tratamento de incontinência urinária;
Para homens: potencialização da ereção pelo aumento de fluxo e pressão na corrente sanguínea;
Outro ponto importante, principalmente para mulheres, é que os músculos da barriga internamente também são fortalecidos. Ou seja, em casos de parto e gravidez, ajuda a evitar dores mais fortes, além de ajudar na hora do parto propriamente dito.
Com isso, ocorre uma facilitação na saída do bebê, impedindo que se sinta uma dor muito forte. Por outro lado, não deve ser realizado durante a gestação, apenas de maneira prévia.
Exercícios de pompoarismo para iniciantes
Se você quer aprender fazer exercícios de pompoarismo, veja os exercícios mais fáceis e eficazes para esta técnica:
Primeiro Exercício
Primeiro inspire e contraia a musculatura vaginal por um segundo;
Depois solte e expire e relaxe a musculatura vaginal por um segundo;
Repita esse procedimento por pelos menos 5 minutos.
Segundo Exercício
Primeiro inspire profundamente e segure o ar no abdômen;
Neste momento com a respiração presa, contraia firmemente a vagina por cinco segundos e conte mentalmente de 1 a 5;
Expire o ar ao mesmo tempo em que relaxa lentamente a musculatura;
Repita esse exercício por 5 a 10 minutos consecutivos.
Terceiro Exercício
Contraia a musculatura vaginal, conte até 05 e depois relaxe
Faça o mesmo com a musculatura anal, conte até 5 e depois relaxe;
Contraia a musculatura anal e vaginal ao mesmo tempo por cinco segundos, depois relaxe;
Repita várias vezes a tente fazer alternadamente;
Lembre-se que esses exercícios devem ser acompanhados do exercício de respiração.
Com a prática desses exercícios de pompoarismo, o tempo bem como a força do exercício na musculatura, deve aumentar gradativamente. Você também poderá utilizar os acessórios para melhorar ainda mais os exercícios de pompoarismo para um exercício mais avançado, do qual vamos abordar no próximo tópico.
Acessórios para usar com pompoarismo
Apesar do pompoarismo não precisar ser feito somente com acessórios, muitas pessoas acabam optando pelo uso de objetos para auxiliar durante a ginástica. Pensando nisso, existem três acessórios que são mais utilizados em geral.
No entanto, antes do uso, um médico deve ser consultado para que se avalie uma possível contraindicação para usar qualquer uma das opções. Afinal, a ginástica é para promover o bem estar, e possíveis reações podem trazer o efeito contrário ao esperado.
Dessa forma, o principal objetivo usado são as bolas de Ben Wa, formado por bolas que se conectam por meio de um cordão de silicone, com pesos na parte interna.
Em geral, são usadas para buscar resistência nas regiões, podendo ser usadas com vários materiais e composições, sem fugir do objetivo principal.
Os cones de Plevnik, por sua vez, são usados para fortalecimento dos músculos, usados com peso variando de 20 gramas a70 gramas, e o objetivo é manter dentro da vagina da mulher.
Por conta disso, o uso dos cones só deve ser realizado por meio de aval do médico, por conta dos perigos naturais dessa prática.
Por fim, o chamado colar Tailandês une um pouco dos dois mundos, trabalhando para fortalecer os músculos e gerar resistência nos mesmos. Quanto a sua composição, é muito parecido com as bolas de Ben Wa.
Ou seja, também são bolinhas ligadas por um cordão e existe um peso interno, usadas para treinamento de sucção.
Contraindicações do pompoarismo
Assim como qualquer outra prática que envolva o corpo, o pompoarismo também apresenta algumas contraindicações. Sendo assim, as principais são:
Gestante
Como dito anteriormente, praticar o pompoarismo pode ser muito benéfico para o momento da gravidez, mas deve ser realizado apenas antes disso. Em geral, até os três meses de gestação.
A prática de atividades íntimas como a ginástica pode provocar abortos espontâneos, causados pelos movimentos realizados. Nesse sentido, até o terceiro mês, ainda pode ser permitido, desde que autorizado pelo médico que acompanha a gestação.
DIU
O dispositivo intrauterino é bastante usado hoje em dia pela grande maioria das mulheres, e o pompoarismo por si só não vai afetar seu funcionamento. Por outro lado, é importante ter um tempo entre a colocação do dispositivo e o início da prática.
Isso deve ocorrer com acompanhamento de um ginecologista, para entender exatamente o momento de iniciar a ginástica. Dessa forma, você consegue evitar quaisquer problemas que possam afetar diretamente.
Período menstrual
A contraindicação do período menstrual está ligado diretamente a infecções e uma questão de higiene. Nesse caso, se a mulher optar por realizar a ginástica mesmo assim, deve ser feita sem uso de aparelhos ou objetos auxiliares.
Endometriose
Mulheres que sofrem com endometriose podem sofrer desconfortos pelo estímulo do aumento de fluxo sanguíneo. Sendo assim, o médico deve ser consultado para que se realize uma consulta, sabendo exatamente qual a situação atual da paciente, e só então ter a decisão de praticar ou não.
Qual a relação do pompoarismo com o sexo?
A grande função do pompoarismo está na mesma prateleira de outras práticas como a massagem tântrica. Nesse caso, estamos falando de práticas que elevam a sexualidade ao patamar de práticas essenciais do dia a dia.
Com esse tipo de prática, o sexo deixa de ser um grande tabu como muitas vezes é tratado, principalmente para mulheres. Afinal, as mulheres passam a conhecer mais o próprio corpo.
Com isso, ao se conhecer mais, a mulher tende a entender mais o próprio corpo e a se satisfazer da mesma maneira. Por conta disso, consegue ter mais segurança e proporcionais melhores resultados para si e para o outro.
Dessa forma, a prática vem se tornando muito comum principalmente nessa busca por confiança, facilitando para que a prática sexual ocorra de maneira mais natural para ambos os lados.
Chamada pelos médicos de eflúvio telógeno, a queda de cabelo pós-covid 19 vem se tornando a grande preocupação de diversas pessoas. Afinal, é uma condição que só aparece depois de alguns meses, muitas vezes deixando esquecido o fato de ser causado pela doença.
Mesmo assim, já é cada vez mais comum que médicos e especialistas falem sobre o assunto, exatamente com objetivo de conscientizar e ajudar quem está sofrendo com o efeito. De acordo com Felipe Chediek, dermatologista, é algo comum decorrente da doença.
“Em torno de 25% das pessoas que têm a Covid têm Queda de cabelo pós-covid. Não imediatamente após a infecção, mas até três meses depois do evento causal”, disse.
Além disso, falou sobre a naturalidade da queda de cabelo pós-covid, que é apressada exatamente pela covid-19.
“Todo fio nasce, cresce e morre. A vida de um fio dura em média cinco anos. Tem uma última fase, chamada telogênica, que dura cerca de três meses. Nela ele morre, cai, e um novo fio surge. Tem essa renovação. Esse ciclo precisa estar em equilíbrio e muitos fatores podem desequilibrar esse ciclo.”, afirma.
Ou seja, a grande questão da queda de cabelo pós-covid está em acelerar um processo que deveria ser natural.
Qual o motivo da covid-19 causar queda de cabelo?
Assim como diversas outras doenças infecciosas, a covid-19 também causa uma forte queda de cabelo pós-covid, durante e após sua aparição. Atualmente, pelo menos uma pessoa a cada quatro que possuem covid, apresentam o efeito colateral.
Esse efeito se dá, principalmente, pela inflamação dos chamados folículos pilosos, causada diretamente pela covid-19. Assim, acaba aumentando a queda de cabelo diariamente.
É claro que outros fatores podem estar envolvidos, como por exemplo o lado psicológico. Já que, em geral, a doença por si só já causa um grande estresse e uma grande preocupação.
Sabendo disso, é comum observarmos pessoas sofrerem com queda de cabelo por questões de estresse, o que também pode ser motivo para ocorrer durante a doença. Dessa forma, acaba sendo uma condição bastante comum, principalmente em mulheres.
Normalmente, a queda se inicia três meses após a infecção por covid-19, ou seja, não é um efeito colateral imediato, fazendo inclusive com que muitas mulheres sequer desconfiem. Com isso, mais ou menos seis meses é o prazo dado para que esse efeito cesse naturalmente, sem nenhum tratamento.
Por outro lado, caso o tempo seja ultrapassado, o ideal é procurar um médico, pois a causa pode ter se expandido e criado um problema mais sério. Por isso, caso perceba uma recorrência maior do que a normal, busque tratamento.
Em geral, são poucos os casos onde de fato se faz necessária a ida até o médico, sendo uma condição passageira. Mesmo assim, alguns exames como o nível de ferro no sangue podem ser feitos para que se confirme a causa e principalmente o que precisa ser feito.
Como tratar a Queda de cabelo pós-covid?
Por se tratar de uma causa normal e comum, não existe um tratamento específico para esses casos de queda de cabelo pós-covid. Ou seja, deve ser realizado tratamentos naturais já conhecidos pelo paciente.
As opções são variadas, podendo ser prescritos remédios orais ou tratamentos capilares diretamente. Mesmo assim, o ideal é sempre realizar tratamentos indicados por especialistas, exatamente para evitar que se passe do ponto.
Afinal, mesmo sendo algo comum, não deve ser entendido como algo possível de se tentar ações sem respaldo médico.
Sabendo que o covid acelera a queda natural do cabelo, é natural pensar que cessa na mesma intensidade. Porém, por ser algo muito individual e único de cada pessoa, o ideal é buscar tratamentos especializados, para ter um resultado mais otimizado.
No que diz respeito ao uso de suplementação ou de cremes que prometem restauração imediata do couro cabeludo, não é algo recomendado. Afinal, não estamos falando de processos naturais, e sim do efeito colateral de uma doença infecciosa.
Apesar de simples e de ser algo reversível, é importante estar sempre acompanhada de um profissional que entenda das causas para a queda.
Cuidados para fortalecer os cabelos
O uso de suplementação não é recomendado, mas existem alguns cuidados diários que podem ser realizados para tentar diminuir o impacto da queda de cabelo pós-covid. Para isso, o ideal é que sejam usados produtos que fortaleçam o couro cabeludo, e não apenas evitem queda.
Afinal, o objetivo aqui não é só impedir que caia, mas fazer com que volte a crescer de maneira natural e forte. Pensando nisso, os cuidados naturais precisam focar nessa passagem de nutrientes para o cabelo.
Assim, é primordial que se tenha o consumo de dois litros de água por dia, buscando a hidratação completa dos fios, indo de dentro para fora. Além disso, ainda no quesito tratamento natural, precisamos falar sobre alimentação.
Já é de conhecimento popular que a alimentação é uma das grandes influenciadoras no que diz respeito ao couro cabeludo. Na verdade, quase todos os cremes e produtos usados hoje em dia decorrem de frutas ou comestíveis.
Pensando nisso, para fortalecer e ajudar o cabelo nesse momento da queda de cabelo pós-covid, a alimentação não poderia estar de fora da lista de prioridades. Dessa forma, o ideal é que se evite ao máximo alimentos muito gordurosos ou industrializados.
Além disso, evite ao máximo o consumo de açúcar, ingerindo muitos vegetais e frutas diariamente. Com isso, o corpo consegue enviar naturalmente os nutrientes que o cabelo precisa para se fortalecer.
Consequentemente, o cabelo volta a crescer mais saudável e, além disso, sem a necessidade do uso de elementos não naturais ou adulterados. Por isso, é daí que surge a importância na busca por profissionais para esse tratamento.
Você teve queda de cabelo pós-covid? Conte-nos como foi e se já parou de ter queda de cabelo.
O pênis torto é uma condição rara, apesar de muitos homens acharem que a possuem. Em geral, a pequena curvatura é normal, e deve ser levada ao médico apenas em casos extremos, pois há vários tipos de pênis.
Quando é considerado fora da normalidade?
Normalmente, o pênis já apresenta uma leve curvatura, sendo bastante comum e sem nenhum tipo de problema. Entretanto, precisa começar a ser observado quando essa curvatura passar de 30º em ângulo.
Além disso, precisa ser observado se a curvatura está sofrendo algum tipo de aumento a medida que o tempo passa. Já que, em geral, a curvatura natural se mantém a mesma, não possuindo mutações.
Além disso, uma causa importante para que seja entendido com pênis torto é a presença de dores durante ereções. Assim, a principal ação deve ser buscar um urologista, para possível diagnóstico de doença de peyronie.
Dessa forma, bastam alguns exames básicas para que a condição seja confirmada, se for este o caso. Por outro lado, se o caso vier a partir de um ato na relação, a dor tende a ser intensa e prejudicial.
Por isso, nesses casos, é preciso um pouco mais de cuidado.
Principais causas do pênis torto
Em quase todas as ocorrências de pênis torto a principal causa foi a doença de peyronie, que se caracteriza pelo desenvolvimento de pequenas placas de fibrose no interior do pênis. Assim, acaba causando uma curva além do normal.
Mas, o que de fato é a doença de peyronie e como ela é tratada?
Indo contra o natural para o pênis torto, a doença de peyronie surge já depois de adulto, normalmente homens que possuem mais de 40 anos de idade. Em geral, é entendida como decorrente de pequenos traumas de relações sexuais.
Por outro lado, a doença também pode ocorrer por outros fatores, como o próprio avanço da idade, ou problema de ereção. Além disso, a disfunção erétil também chega com um dos motivos para a ocorrência.
É importante ressaltar que pessoas que já realizaram a cirurgia prostática também estão no grupo de causas para a doença de peyronie. Ou seja, é uma condição que vem principalmente de outras complicações funcionais.
Independente da causa, os sintomas são os mesmos.
Sintomas
O principal sintoma encontrado é, claro, o pênis torto, fazendo com que o diagnóstico seja muito simples. Mesmo assim, existem outros sintomas que podem confirmar a existência da condição, sendo eles:
Nódulos na parte superior do pênis, percebido por meio de toque;
Dor durante ereção, que pode significar um estágio já avançado da doença;
Diminuição do pênis, podendo também ser afinado, já como consequência da fibrose atuando. Afinal, ocorre a elasticidade de tecidos de maneira bem menor.
Em geral, os sintomas são bem característicos, o que facilita o seu diagnóstico final. Além disso, por ser a principal causa de pênis torto, é um dos principais palpites quando se vai a um urologista.
Por isso a importância da ida, para tentar pegar o problema assim que ele se inicia.
Tratamento da doença de Peyronie
A doença de Peyronie pode ser tratada de três maneiras: clinicamente, por cirurgia ou por meio da prótese peniana. Em geral, vai variar de acordo com o estágio em que a doença se encontra, sendo:
Cirurgia
Quando a doença está já avançada e outros tratamentos apenas retardariam a necessidade da cirurgia, o ideal é que a faça logo. Com isso, as placas de fibrose são removidas para deixarem de afetar a ereção.
Apesar de ser uma cirurgia, é bastante simples e normalmente o paciente já volta para casa no mesmo dia. Assim, acaba sendo uma boa opção para quem não deseja tentar métodos tradicionais pelo estágio atual, mas deve ser diretamente recomendado pelo médico.
Prótese peniana
A prótese peniana é usada principalmente para correção da curvatura e da disfunção. Normalmente, é feito com um dispositivo colocado diretamente para uma maior rigidez. Assim, consegui evitar que ocorram novos traumas ou novas fissuras.
A prótese acaba sendo a forma mais completa de corrigir as condições, já que além de corrigir a curva, consegue ainda manter uma vida sexual ativa e sem complicações.
Tratamento clínico
Quando a doença de peyronie é identificada cedo, o tratamento clínico é muito eficiente e suficiente para resolver. Nele, os medicamentos usados são corticoides orais ou injetáveis.
Além disso, algumas medicações estão disponíveis no tipo gel ou pomada. Assim, vai depender do que o médico ajustar para o tratamento.
Por ser o estágio inicial da doença, os remédios conseguem destruir por completo as placas de fibrose. Junto a isso, diminui as inflamações e consegue aumentar a circulação, conseguindo frear a curvatura.
Tratamento do pênis torto em geral
Normalmente, o pênis torto não vai causar qualquer problema no dia a dia do homem, tampouco causar alguma dor ou incômodo. Por conta disso, a primeira ação é simplesmente não fazer nada.
Afinal, para quê mexer em algo que não causa problemas e nem traz dificuldades na relação sexual? Na grande maioria dos casos é o que acontece, fazendo com que não seja necessário nenhum tipo de tratamento.
Por outro lado, se a condição começa a causar problemas na relação sexual ou for decorrente da doença de peyronie, pode ser indicado cirurgia ou injeções, dependendo do caso. Assim, claramente o uso das injeções é menos invasivo e normalmente a primeira opção.
Injeta-se corticoides, buscando diminuir as placas de fibrosa decorrentes da doença de peyronie, além de ajustar a curvatura. Naturalmente, se a curva já possui uma acentuação muito grande e que não vá ser resolvida apenas com remédio, a cirurgia acaba sendo a opçaõ.
No entanto, é importante ressaltar que é sempre o último caso pois, como dito anteriormente, não se trata de uma condição que cause problemas de saúde. Por isso, converse sempre com um urologista para que seja acertadas as condições.
A condição do micropênis está longe de ser um problema comum, atualmente atingindo apenas 0,6% dos homens no planeta. Sabendo disso, é possível classificar o micropênis como uma condição rara.
Mesmo assim, ainda é capaz de causar um grande problema de autoestima para todos, principalmente na fase de adolescência. Por isso, muitas dúvidas ainda são comuns ou simplesmente não são feitas por vergonha e medo de rejeição.
Nesse sentido, no artigo de hoje vamos falar tudo sobre o assunto, desde o seu conceito até os tratamentos e possível prejuízos na vida de quem possui.
O que é o micropênis?
O micropênis é uma condição rara relacionada que pode estar associada a hormônios ou genética. Nesse caso, ocorre quando o órgão genital é menor que 4 centímetros.
Entretanto, não é apenas o tamanho que determina a condição do micropênis propriamente dita, sendo necessário outras condições, como:
Cromossos XY, ou seja, necessariamente precisa ser do sexo masculino;
Possuir o pênis sem nenhuma má formação, em perfeito estado anatômico.
A segunda condições ocorre pois, caso haja alguma má formação, isso por si só já explicaria o tamanho do pênis. Dessa forma, não estaríamos diante de um caso de micropênis.
Como dito anteriormente, a condição é muito mais rara do que as pessoas acreditam. Hoje em dia, mais de 40% alega ter órgão pequeno, mas nem um terço disso de fato apresentam condição.
Por conta desse achismo, é cada vez mais difícil de fato ocorrer um diagnóstico, já que muitos homens simplesmente acreditam nisso. Por isso, é importante conhecer mais sobre a condição para que mais pessoas saibam sobre ela.
Em geral, esse achismo vem de questões de autoestima, onde o homem precisa de uma razão para ter, na sua opinião, o órgão menor que do que gostaria. Assim, torna-se importante conhecer mais sobre a condição para que não seja feito um falso diagnóstico.
Causas
O que poucas pessoas sabem é que o micropênis é causado principalmente ainda durante a gravidez. Pois, em geral, ocorre uma diminuição da produção de testosterona nos primeiros meses, e se ocorrer de forma muito acentuada, acaba acontecendo condições parecidas.
Afinal, a testosterona é o principal hormônio masculino, e é primordial para desenvolvimento sexual, o que justifica ser esse o causador do crescimento pela idade. Além disso, o micropênis pode ocorrer ainda por mutações genéticas.
Independente da razão, é possível perceber que não ocorre por fatores externos, mas algo genético ou hormonal.
Tratamento do Micropênis
Pensando que se trata principalmente de uma ausência hormonal, o primeiro tratamento realizado é o de injeções de testosterona. Com isso, ajuda o corpo a tentar recuperar o hormônio perdido ou que esteja diminuindo gradativamente.
Por ser um tratamento menos invasivo, não existe uma contraindicação, podendo ser iniciado ainda na infância, na tentativa de aumentar o pênis para o tamanho normal seja alcançado.
Mesmo assim, algumas vezes esse tipo de tratamento não apresenta resultado, exatamente por ser algo mais simples e menor impactante no organismo. Por isso, logo após as injeções é recomendado o uso de suplementos ou gel para aumentar ou engrossar.
Da mesma forma, alguns médicos já indicam diretamente outro tipo de hormônio de crescimento.
Por outro lado, quando o tratamento vai ser iniciado apenas na fase adulta, as chances do uso de medicamentos ser suficiente é quase nula. Por isso, a cirurgia de reconstrução acaba sendo a opção mais imediata na busca por resultados.
É importante lembrar que, por mais que existam bombas ou suplementos que dizem aumentar o tamanho do pênis, nada disso é comprovado de fato. Ou seja, dificilmente vai ser visto um resultado satisfatório.
Por isso, o ideal é sempre buscar ajuda médica, e não ficar rendido a medicamentos que no final não vão trazer o resultado que se espera.
Cirurgia
A cirurgia é recomendada apenas na fase adulta, e já quando os demais tratamentos foram testados e não foi obtido um resultado satisfatório. Dessa forma, sua recomendação direta é mais para casos onde ocorre algum prejuízo diretamente em seu funcionamento.
A cirurgia pode ser pautada em alguns processos, sendo eles:
Secção do ligamento suspensor com o retalho cutâneo;
Flaps cutâneos e reconstrução complexa (mudança de sexo);
Corporoplastia
Cada tipo de processo vai depender diretamente da causa, do momento em que se encontra e qual o resultado que se espera. Pensando nisso, muitas vezes nem é necessário chegar de fato ao momento cirúrgico.
Quais os prejuízos?
Diferente do que muitas pessoas acham, o micropenis não está diretamente ligado ao não prazer sexual. Na verdade, já é comprovado cientificamente que a distância de prazer para a mulher é de 7 a 8 centímetros. Ou seja, não se trata de um problema propriamente dito.
A principal preocupação de fato se concentra no aspecto da autoestima, quando o homem não consegue aceitar que tenha a condição do micropênis. Com isso, acaba virando uma grande bola de neve, e pode causar inclusive ansiedade.
Além disso, junto com a ansiedade pode vim algumas condições ligadas ao psicológico, como a própria ejaculação precoce. Dessa forma, é possível perceber que na verdade, a disfunção sexual vem muito mais do lado mental do que do micropênis propriamente dito.
Falando diretamente da questão de saúde, o micropênis pode acabar causando, naturalmente, uma contagem mais baixa de espermatozoide, se comparado ao normal. Mesmo assim, isso não significa dizer que existiria uma dificuldade para engravidar a parceira.
Assim, a condição vai afetar mais de 90% no lado da autoestima e da satisfação pessoal, o que acaba causando diversos outros sintomas de forma decorrente. Por isso, é sempre importante mencionar que não se trata de uma doença, mas sim uma patologia.
O corrimento marrom é bastante comum em diversas mulheres, e ocorre com mais naturalidade do que se imagina. Em geral, as causas estão associadas a fatores naturais e diários.
Entretanto, quando essa condição se arrasta por muito mais tempo, acaba sendo necessária a busca por um profissional, como forma de auxiliar e buscar o melhor tratamento. Ou seja, tudo depende de caso a caso.
O corrimento marrom acaba causando um pouco de preocupação pelo seu tom pouco amigável e, de fato, muitas vezes pode ser uma aviso do corpo para condições mais sérias.
Por conta disso, apesar de precisar ser dado como algo natural, é necessária uma boa dose de atenção para perceber anomalias. Afinal, condições mais sérias são tratadas de maneira mais tranquila quando descobertas anteriormente.
No artigo de hoje vamos trazer as causas mais comuns para aparecimento do corrimento marrom, desde as mais simples até as mais complexas de serem tratadas.
Causas para corrimento marrom
Existem diversos motivos para a presença de corrimento marrom na fase de pré-menstruação, principalmente. Entretanto, esse tipo de corrimento pode ocorrer em diversos momentos, aumentando suas possibilidades de diagnóstico.
Mesmo assim, existem algumas causas que são mais comuns e mais fáceis de se identificar, exigindo um nível de atenção para conseguir ser percebido. Além disso, todos os casos que vamos citar aqui precisam ser confirmados por médicos, com exames necessários.
Exame ginecológico
Sendo talvez a causa mais leve e natural para o surgimento de corrimento marrom, o exame ginecológico acaba interferindo no lado hormonal e de funcionamento interno. Por conta disso, é bastante comum e acaba não causando problemas.
Mesmo assim, caso o corrimento persista por mais dias, é importante ir ao ginecologista para entender se não existe uma outra causa mais séria por trás.
Nidação
O medo e o sonho de muitas mulheres é uma das causas do corrimento marrom: gravidez. Nesse caso, ocorre no momento em que o óvulo já fecundado se cola na parede do útero.
Ou seja, temos o início da gravidez, causando alterações hormonais por mais ou menos três dias. Para ser considerada uma possibilidade forte de nidação, o corrimento vem acompanhado de:
Cólica fraca;
Peso na barriga;
Sintomas 10 dias após a relação sexual.
Caso todos os sintomas estejam presentes, é recomendado realizar primeiro um teste de gravidez antes de partir para os exames de descobertas das demais causas possíveis. Normalmente, é descoberto de forma mais rápida que os demais.
Ovulação
Uma das causas mais comuns é a ovulação, que ocorre duas semanas depois do período menstrual. Nela, a mulher pode perceber corrimentos marrom ou vermelho, por mais ou menos 2 dias.
Nesse caso, não existe nenhum tipo de problema para ser solucionado, já que estamos falando apenas de reação hormonal do próprio corpo. Por outro lado, só deve ser considerado normal enquanto estiver dentro dos dois dias.
Ou seja, caso persista por muito mais tempo, o ideal é procurar ajuda médica. Em geral, será necessária uma bateria de exames para investigar as outras causas.
Infecção sexualmente transmissível – IST
O corrimento marrom pode funcionar como um dos sintomas de diversas infecções sexualmente transmissíveis, infelizmente muito comuns hoje em dia. Nesse caso, para que se considere a IST como causa, o corrimento vem acompanhado de outros sintomas, sendo:
Dor ao urinar;
Dor na região da pelves;
Dor durante outras relações sexuais;
Febre.
Uma forma de verificar essa possibilidade é, naturalmente, se os sintomas aparecerem alguns dias após uma relação sexual sem uso de camisinhas. Assim, caso se confirme, deve ser iniciado imediatamente o tratamento específico.
Além disso, quando confirmado que se trata de uma infecção sexualmente transmissível, o paciente precisa alertar a segunda pessoa quanto a isso. Dessa forma, a segunda pessoa também tem a possibilidade de iniciar o tratamento.
Câncer de colo de útero
O câncer de colo de útero é uma das doenças que mais preocupam as mulheres em geral, e com razão. Dessa forma, o corrimento marrom também pode ser visto como sintoma para essa condição.
Em geral, não vem sozinho, estando acompanhado de sintomas secundários, como:
Dor no abdômen;
Mau cheiro do corrimento marrom;
Bexiga solta;
Perda de peso constante sem estar em regimes ou dietas;
Pressão forte na parte inferior da barriga.
O primeiro passo para iniciar o tratamento adequado é buscar a consulta de um ginecologista imediatamente. Nesse caso, será realizado o exame de papanicolau para conseguir confirmar o diagnóstico.
Pensando na gravidade da doença, é importante que a mulher busque ajuda imediatamente assim que perceber os sintomas correlatos. Afinal, assim como quase todas as patologias, se descoberto antes, o câncer de colo de útero tem mais chances de ser bem tratado.
Endometriose
Sendo bastante comum em mulheres principalmente com idade mais avançada, a endometriose é caracterizada por tecidos crescendo no útero, ovário ou intestino. Por isso, o corrimento marrom acaba sendo um de seus sintomas característicos.
Junto com o corrimento, outros sintomas existentes são:
Dificuldades para urinar ou para defecar, sentindo dores ou indisposição.
A endometriose é uma doença bastante individualista, ou seja, o tratamento vai depender de caso a caso. Pensando nisso, assim que for percebida, o ideal é buscar tratamento imediatamente para sanar as complicações.
Síndrome dos ovários policísticos
O corrimento marrom é bastante comum também para a síndrome dos ovários policísticos, pela sua liberação de sangue. Para identificar essa condição, existem outros sintomas possíveis, como:
Menstruação de forma irregular em período e fluxo;
Pelos grossos pelo corpo;
Aumento de peso;
Acne.
Em geral, a síndrome dos ovários policísticos é tratada por meio de medicação, principalmente anticoncepcionais. Normalmente, esses medicamentos ajudam a regular a menstruação durante condições como essa.
Além disso, o ginecologista pode indicar outras opções para esse tratamento, que deve ser discutido caso a caso.
A massagem erótica sempre levanta algumas dúvidas sobre sua realização e como fazer para que ocorra da melhor maneira possível.
Afinal, existe diferença entre a massagem para homens e mulheres? Ou, ainda, quais as principais dicas para que a massagem erótica seja inesquecível?
É sobre isso que vamos falar no artigo de hoje!
O que caracteriza uma massagem erótica?
Quando falamos por exemplo de uma massagem comum, estamos falando de alguém em busca de aliviar dores, estresse, tensão. Dessa forma, é algo realizado com objetivo terapêutico, quase medicinal.
Normalmente, é uma massagem que envolve partes do corpo que estejam com alguma condição, se atentando exclusivamente a isso. Por outro lado, a massagem erótica é realizada apenas com objetivo de excitar a pessoa, estimulando zonas sexuais e fazer ou não a pessoa chegar ao orgasmo.
É importante ressaltar que nem sempre a massagem erótica está buscando um fim exatamente sexual, podendo ser algo apenas de diversão ou fetiches. Em geral, pessoas mais profissionais vão conseguir dar essa sensação de prazer sem precisar de fato chegar ao sexo.
Isso ocorre pela capacidade de manipulação não só física quanto psicológica desse tipo de ação. Assim, podemos entender a massagem erótica como um objetivo de satisfação sexual, enquanto as massagens tradicionais estão relacionadas a algo mais terapêutico.
Dicas para realizar uma massagem erótica
É claro que esse é um momento muito pessoal de cada pessoal, mas existem algumas dicas que podem ajudar principalmente a se soltar durante o processo. Nesse sentido, listamos as principais e como colocá-las em prática.
Música
Pouca coisa é mais efetiva para criar clima do que uma boa música de fundo, para dar uma trilha sonora ao momento. Normalmente, é usada como um dos principais elementos de um ambiente completo.
É preciso tomar cuidado para o tipo de música escolhido para ser tocado, já que a escolha errada pode fazer a ação ter efeito exatamente contrário ao que é esperado. Por exemplo, é impossível manter um clima sexual com um heavy metal tocando de fundo.
Por isso, escolha com cuidado e, de preferência, busque na internet playlists feitas para esse momento. Atualmente, o número de opções de playlists está longe de ser baixo.
Comunicação
A massagem erótica é algo que muitas vezes fica na teoria mas não se consegue efetivamente colocar em prática. Normalmente, isso ocorre quando existe ainda algum tipo de insegurança de uma das partes.
Para conseguir driblar esse momento e ainda deixar ainda mais empolgante, o ideal é que se utilize da comunicação, normalmente com um tom de voz mais provocante. Com isso, acaba usando mais uma das sacadas para criar um clima completo.
O ideal para que a comunicação seja efetiva é conhecer a fundo a pessoa com quem a massagem vai ocorrer. Até porquê, saber do que a pessoa gosta na cama facilita o entendimento e até mesmo direciona a massagem erótica durante seu decorrer.
Além disso, ao término da massagem, é sempre interessante conversar com a pessoa, para entender quais foram os melhores momentos e o que pode ser melhorado. Com isso, as próximas vezes ficam cada vez melhores.
No entanto, é importante não exagerar nessa comunicação durante a massagem, para não acabar perdendo um pouco do clima, já que pode passar uma grande sensação de insegurança. Com isso, o ideal é sempre balancear os momentos.
Acessórios
Sem sombra de dúvidas o uso de acessórios ou outros itens é uma das grandes características da massagem erótica. Nesse caso, é a inserção de mais objetos ali para compor o clima e ajudar na realização do momento.
Além dos acessórios, é muito importante o uso de óleos ou cremes para que a massagem ocorra de maneira mais suave, mais lisa. Afinal, apesar de ser uma massagem erótica, a base de ser algo relaxante deve ser mantida.
Caso você opte por usar brinquedos no momento, saiba escolher com cuidado para evitar problemas, além de saber o que a outra pessoa gosta para que estejam alinhados.
É claro que a surpresa é um dos fatores para a massagem erótica funcionar bem, mas é preciso saber como usar esse elemento da surpresa. Em geral, uma escolha errada de brinquedos ou acessórios pode acabar com o momento.
Diferença da massagem erótica para homens e mulheres
Por ser um estilo bem único de massagem, é natural que se adeque aos corpos e as regiões sensíveis existentes em cada um deles. Por isso, existem algumas diferenças da massagem erótica para homens e mulheres.
Apesar da base citada anteriormente ser a mesma para ambos os casos, algumas peculiaridades podem ser importantes. Nesse sentido, vamos analisar um pouco ambos os casos.
Massagem Erótica em Homens
A massagem erótica para homens é um pouco mais difícil, já que existe um bloqueio natural do corpo para exposições quando não se está acostumado. Por isso, uma das grande dicas é começar por regiões mais esquecidas.
Com isso, o seu parceiro se sente mais a vontade e naturalmente vai começando a relaxar. Assim, o uso de óleo aqui vai ajudar muito principalmente a ocorrer de forma natural.
No que diz respeito a posições, a de bruços é ótima para a passagem do óleo, facilitando a massagem. Mesmo assim, opte sempre por perceber como a pessoa está se sentindo em cada uma das posições.
Afinal, cada caso é um caso e deve ser adaptado para que ambos se sintam bem. Em geral, a massagem erótica para homens acaba sendo uma experiência muito nova para a maioria.
Massagem Erótica em Mulheres
Para mulheres, um dos pontos principais é a criação do ambiente próprio para isso, já que é uma atenção que costuma ser roubada das mulheres. Por isso, invista no ambiente, clima e música que uma boa massagem, pode fazer a mulher gozar.
Normalmente, uma das regiões mais sensíveis do corpo feminino são as costas, onde pode ser uma excelente opção para iniciar a massagem. Com isso, já se inicia com algo prazeroso e que vai dar a primeira reação.
Dessa forma basta continuar sempre progredindo para todas as partes do corpo. Já que, em geral, a massagem em mulheres tem muito a ver com a exploração completa de todas as partes do corpo.
O piercing no nariz é um dos acessórios mais conhecidos e mais buscados hoje em dia. Mesmo assim, ainda existe uma série de dúvidas sobre o processo, a cicatrização e a recuperação.
Afinal, o processo é dolorido? O que deve ser feito para melhorar a cicatrização e o que não pode ser feito durante esse período?
Além disso, qual o valor para colocar o piercing no nariz e como escolher o melhor lugar para isso?
Pensando nisso, se você já viu sobre o piercing na orelha, no artigo de hoje vamos te mostrar as principais curiosidades sobre o assunto.
Qual o valor para colocar um piercing no nariz? Dói?
Assim como qualquer outra intervenção mais externa e estética, o valor para o procedimento vai levar em consideração três fatores principais:
Local
Tipo de piercing no nariz
Profissional
Quanto ao tipo, entra tanto o local que será colocado quanto a joia escolhida, já que cada uma delas pode apresentar peculiaridades. Além disso, o nível do profissional contratado também vai influenciar.
Por exemplo, normalmente os valores variam até 200 reais. Mesmo assim, pode subir dependendo da pedra e do local.
Quanto ao profissional, é importante ressaltar que, independente dos valores, jamais opte por realizar o procedimento com alguém não especializado. Afinal, por mais simples que seja, piercing no nariz continua sendo uma intervenção.
Por isso, opte sempre por um profissional capacitado.
Já no que diz respeito a dor, vai variar de acordo com seu procedimento. Em geral, a maioria das pessoas alegam que não sentiram nada com o processo, enquanto uma minoria revela ter sentido uma dor forte.
Ou seja, no fundo, tudo vai depender do seu processo e de como ele está sendo feito. Por exemplo, quanto mais capacitado for o profissional, maior a garantia de que o processo não será doloroso como seria com alguém sem capacidade profissional.
Tipos de piercing no nariz
Por ser um acessório muito comum, existem hoje três modelos principais disponíveis para fazer a escolha. Em geral, varia de acordo com o local onde vai ser colocado.
Nostril
O tipo nostril é colocado na aba do nariz, ou seja, na chamada narina. Aqui, podem ser aplicadas diversas joias variadas, e é o mais comum de ser visto por aí.
Afinal, é o modelo mais delicado hoje em dia, o que acaba atraindo mais principalmente o público feminino.
Bridge
O bridge é extremamente mais ousado, por conta disso, acaba não sendo muito visto no dia a dia. Em geral, é colocado usando uma agulha que passa a pele na região do alto do nariz.
Pensando nisso, algumas pessoas acabam preferindo outros modelos, para evitar o bridge por ser mais chamativo.
Septo
O piercing no septo vem ganhando mais adeptos ao longo dos anos, principalmente quem deseja ousar um pouco mais do que o nostril. Normalmente é conhecido como “touro”, por lembrar a argola usada nos animais.
Em geral, o piercing no septo é menos ousado que o bridge, mas já traz uma carga maior de visual que o nostril.
Cuidados com Piercing no nariz
Sendo uma perfuração direta na pele, o piercing no nariz exige que se tenha cuidado com o pós procedimento, para evitar problemas médicos. Além disso, como qualquer intervenção invasiva ao corpo, pode gerar problemas de saúde caso não seja cuidado da maneira correta.
Em geral, os cuidados são:
Lavar as mãos constantemente;
Limpar o piercing com soro fisiológico;
Usar produto contra bactérias, ou seja, os antibacterianos;
Cuidado ao se vestir ou retirar a roupa, evitando peças que possuam golas apertadas que passem pelo piercing;
Não passar produtos de beleza como maquiagem e cremes;
Nada de mar ou piscina;
Evitar exposição aoa sol.
De maneira geral, todos os cuidados citados são focados principalmente na prevenção. Ou seja, é deixar de fazer para não correr o risco de ter problemas no futuro.
Entretanto, caso ainda assim apareça algum incômodo na peça ou alergias, o ideal é procurar imediatamente o profissional responsável pela aplicação. Além disso, caso seja algo mais sério, é necessário ir até um posto de atendimento médico.
Infelizmente, muitas pessoas acham que pode ser um procedimento simples, não existem riscos. Entretanto, é o exato oposto, e existe sim riscos de contaminação ou prejuízos diretos para a saúde.
Tempo de cicatrização do piercing no nariz
Um piercing no nariz que é feito nas narinas demora pelo menos 4 meses para cicatrizar, podendo chegar a 6 meses do tempo total. Nesse caso, é possível perceber que se trata de um processo longo, sendo necessário que os cuidados permaneçam por bastante tempo.
Entretanto, quando o piercing é feito no septo, a cicatrização demora mais tempo, sendo no mínimo 6 e no máximo 8 meses, em média. Além disso, o piercing estilo rinoceronte, é o mais difícil de ser cicatrizado, demorando de 6 meses a 9 meses totais.
Por outro lado, se o procedimento for na ponta do nariz, é o tipo mais simples de ser cicatrizado, demorando apenas 3 meses para isso.
Ainda que existam esses prazos médios, é importante estar atento a cada processo individual. Afinal, cada corpo reage de um jeito e deve ser tratado com cuidados próprios.
O que não fazer no período de cicatrização?
Durante o prazo de cicatrização, independente do local ou do tempo de espera, algumas ações básicas do dia a dia precisam ser evitadas. Entre elas, estão:
Não lavar as mãos
Esse é um dos maiores perigos durante um período de cicatrização: entrar sujeiras na perfuração e causar inflamações e infecções. Dessa forma, o ideal é que o tempo inteiro esteja com as mãos lavadas e higienizadas, principalmente ao tocar no piercing.
Remover o piercing no nariz
Durante os meses em que a cicatrização está ocorrendo, o ideal é que não se retire em hipótese alguma o piercing do local, a retirada pode causar infecção ou, ainda, pode fazer com que o furo se feche em 24 horas.
Mar ou piscina
Seguindo no mesmo raciocínio dos casos anteriores, entrar em contato com água com cloro ou salgada é um amplo centro de exposição a bactérias. Por isso, deve ser evitado ao máximo para que não se exponha a riscos desnecessários.
O calcanhar de maracujá é uma doença que ocorre na pele pela presença de infestação por larvas, e pode ocorrer nos seguintes lugares do corpo: pernas, braços e rosto. Em geral, quando ocorre em locais distintos ao calcanhar, são considerados como secundárias.
A doença é pouco comentada exatamente pela sua dificuldade em ser vista, pois causa um desconforto geral a quem está olhando de fora. Afinal, trata-se de uma doença visível e extremamente angustiante.
Mesmo assim, a falta de informação pode contribuir para o aparecimento dos casos e, mais ainda, para a piora destes.
Tipos de Calcanhar de Maracujá
Atualmente são conhecidos três tipos de calcanhar de maracujá, sendo:
Furuncular, quando o local fica parecido com uma espinha normal;
Migratória, quando é similar o chamado bicho geográfico;
Cavitária, ocorre em feridas ou em pacientes com câncer de pele.
Independente do tipo encontrado, é importante que o paciente entenda que se trata de uma doença grave, com sintomas fortes. Nesse caso, tanto no sentido da doença em si, quanto no visual que a mesma deixa, causando desconforto para si e para quem está a volta.
Por isso, deve ser tratada com a devida atenção e principalmente prevenida sempre que possível e com o cuidado necessário. Afinal, não é algo simples de se ver e muito menos de tratar.
Sintomas da doença
Os sintomas decorrem diretamente de cada um dos tipos apresentados anteriormente, sendo eles divididos em:
Furuncular
No tipo furuncular, por ser bastante parecida com uma espinha ou até mesmo um tipo de furúnculo, ocorre a saída de líquido do local. Nesse caso, é um líquido serossanguinolento.
Em geral, o principal sintoma é uma dor bastante forte no local, como se estivesse recebendo constantemente algumas picadas recorrentes.
Migratória
Parecida com o bicho geográfico, a migratória se move lentamente pela região, o que acaba causando uma grande coceira e até mesmo a sensação de que a pele está queimando. Nesse caso, o maior problema está no paciente, ao não saber, coçar o local com força desproporcional.
Cavitária
Dentre os três tipos, a cavitária é o mais difícil de conseguir olhar, principalmente porquê é possível visualizar as larvas se movendo dentro da ferida. Ou seja, é nítido a presença e o incômodo se torna ainda maior.
Além disso, é possível ver ainda o tecido sendo destruído e a pele morrendo. Nesse sentido, em casos extremamente graves, pode levar ao falecimento de órgãos e, consequentemente, do paciente.
Quanto aos sintomas gerais, é possível citar a tradicional vermelhidão e ador intensa no local.
O que causa calcanhar de maracujá
Em geral, a doença é mais comum em quem já possua feridas na pele em alguns locais que não ocorra muita sensibilidade. Ou seja, tumores ou doenças nasais como a hanseníase.
Além disso, ocorre ainda em pessoas com colesteatomas na orelha ou leishmaniose.
A doença do calcanhar de maracujá ocorre a partir da entrada de larvas no corpo, sendo estas do tipo mosca-varejeira. Em geral, essa entrada acontece principalmente quando estamos com feridas abertas, fazendo com que a larva consiga entrar e depositar ovos.
Depositando os ovos na ferida aberta, em 24 horas eles se abrem e liberam as larvas propriamente ditas. Além disso, também pode ocorrer sem a presença dos ovos, quando as próprias larvas já se alastram na ferida aberta, principalmente se essa ferida ocorre no calcanhar.
É possível perceber o calcanhar de maracujá quando o local da ferida começa a ficar bastante avermelhado e apresentando inchaço, além de um pequeno espaço dentro da ferida. Esse espaço é por onde a larva costuma respirar.
Por conta disso, é normal que se sinta um pouco de coceira, exatamente por essa movimentação de respiração. Assim, ainda existe uma área branca na ferida, causada pela destruição da pele, onde a larva está se movimentando.
Dessa forma, é nesse momento que surge o nome de calcanhar de maracujá. Pois, com a área branca, a região fica muito parecida com o que vemos em um maracujá aberto.
Como prevenir calcanhar de maracujá
Se tratando de uma doença causada por feridas abertas e que lida com larvas, não existe prevenção maior do que o cuidado com a pele e com os locais que frequenta. Ou seja, evitar andar descalço em locais sujos ou com pouca limpeza.
Principalmente, se os locais apresentam a presença muito grande de moscas na região, evite ao máximo se expor ou andar descalço. Afinal, se existe uma grande quantidade de moscas é provável que exista também ovos de larvas por ali.
Outra sugestão é passar a roupa antes de usar se morar em regão muito tropical, já que faz com que a pele possa grudar no corpo por conta da temperatura. Assim, passando as roupas, evita quaisquer infecções por esses contatos direitos.
Além disso, outros cuidados principais são:
Repelente para insetos;
Limpar o chão de casa constantemente;
Repelente específico para moscas;
Evitar feridas expostas.
A principal forma de cuidado é evitar as feridas abertas, já que o amplo para ter o calcanhar de maracujá formado. Dessa forma, evitando a maior exposição, fica mais simples e prático de se cuidar das demais maneiras.
Além disso, caso você já possua uma das doenças citadas anteriormente, é importante estar com cuidado redobrado pela já pré-disposição causada.
Tratamento para Calcanhar de Maracujá
Assim que se percebe o calcanhar de maracujá, o primeiro passo é procurar um médico imediatamente para confirmar o diagnóstico. Feito isso, o principal tratamento é antibióticos e remédios para matar as larvas.
Ainda antes de ir ao médico, é recomendado que seja realizada a limpeza esterilizada do local, normalmente realizada por dermatologistas. Nela, ocorre a remoção do tecido que entrou em necrose.
Os medicamentos servem tanto para matar as larvas existentes quanto para evitar sua propagação, tentando fazer com que não ocorra uma segunda onda. Além disso, o paciente também pode optar por retirar por completo as larvas.
Na retirada, o médico faz a limpeza da ferida, realizando um tratamento para evitar que volte a ocorrer.
Mesmo assim, em alguns casos o desenvolvimento das larvas já está em graus avançados, fazendo com que seja necessária uma cirurgia para retirada. Nela, também ocorre a retirada de toda a pele morta causada pelo calcanhar de maracujá.
Atualmente, o piercing na orelha é um acessório extremamente comum, principalmente entro o público mais jovem. Assim, a procura aumenta cada vez mais, fazendo com que muitas pessoas deixem alguns cuidados importantes de lado.
É importante entender que, apesar de simples, colocar piercing na orelha segue sendo uma intervenção corporal e direta. Ou seja, precisa dos cuidados necessários.
Pensando nisso, elaboramos um artigo com todos os cuidados que precisam ser tomados para que tudo ocorra da melhor maneira possível. Em geral, os cuidados vão desde a escolha do local até o tratamento pós-perfuração.
Mesmo assim, em caso de infecção ou de problemas com o piercing, o ideal é que se busque na mesma hora ajuda e orientação do profissional responsável. Posteriormente, busque a orientação médica para entender a gravidade do problema.
Na grande maioria dos casos, os problemas costumam ser simples e podem ser resolvidos com o próprio profissional. Entretanto, para evitar que se transforme em algo sério, é preciso que seja feita essa procura assim que o problema for identificado.
Os cuidados, servem para todos os tipos de piercing na orelha, vejamos quais deles existem no dia de hoje:
Quais os tipos de piercing na orelha?
No total, são 11 opções de furos para colocar piercing na parte da orelha. Veja abaixo, onde cada um é colocado:
Tragus
Anti-tragus
Hélix
Anti-hélix
Lóbulo (tipo mais comum, é a perfuração do brinco tradicional)
Lóbulo transversal
Conch
Snug
Industrial ou transversal (é necessário fazer duas perfurações)
Rook
Daith
Agora veja os cuidados que você deve tomar, antes e depois de colocar o piercing na orelha, para que tudo dê certo.
Como cuidar do piercing na orelha
1. Escolha do estúdio
Absolutamente tudo vai começar no local onde você escolhe para colocar o piercing na orelha. Nesse caso, a indicação é que se busque um estúdio especializado no assunto, principalmente entendendo a gravidade da lesão se algo der errado.
Pensando nisso, esse tipo de perfuração não deve ser realizado em qualquer lugar ou com qualquer pessoa, por isso, escolha bem o local e o profissional que irá atender. Além disso, em hipótese alguma opte por realizar o procedimento sozinho.
Não só pelo processo natural da perfuração, mas escolher um bom profissional é essencial para aliviar o momento do procedimento. Por exemplo, quando se faz da forma correta, a dor que o paciente sente é muito menor do que um procedimento feito de maneira errada.
Dessa forma, opte sempre por estúdios já conhecidos e que você possua depoimentos de outros clientes, como forma de validar o trabalho realizado.
2. Joia de qualidade
Infelizmente, muitas pessoas acham que o material usado no piercing na orelha não influencia em muita coisa. No entanto, é o exato oposto disso.
Para que o procedimento ocorra bem, é necessário que o cliente tenha um cuidado grande e longo na escolha da joia que irá usar. Para isso, normalmente existem opções mais em conta como peças banhadas em metal nobre.
Independente do valor da peça, a indicação é que se busque as contraindicações para cada material, além de avaliar se você mesmo não possui uma alergia ao material usado.
3. Local da perfuração
Um dos maiores influenciadores da dor na hora de colocar o piercing na orelha é o local onde se deseja furar. Naturalmente, existem lugares que vão ser mais difíceis e, consequentemente, mais doloridos.
Por isso, entendendo que toda a cartilagem do ouvido pode ser usada, variando pela quantidade de pele e músculos presentes em cada local. Assim, também varia, naturalmente, a dor que pode causar no momento do procedimento.
O local também deve levar em consideração a cicatrização.
4. As mãos
Após a perfuração, é natural que precise mexer no local para higienizar, ajustar, ou qualquer ação direta onde ocorreu o procedimento. Entretanto, esse tipo de ação pode ser prejudicial se não for realizada com cuidado.
Para colocar as mãos em uma perfuração de piercing na orelha, o ideal é que se higienize as mãos com cuidado antes de manusear o local. Com isso, se torna mais seguro o manuseio para evitar sujeira e, consequentemente, infecções no local.
Afinal, é de conhecimento geral que infecção em perfurações pode causar danos graves a saúde.
5. Higienização do local
No mesmo pensamento da higienização das mãos, temos a higienização do local propriamente dito. Primeiramente, existe a lavagem do local usando sabonete neutro e bastante água.
Um ponto importante é optar pelo sabonete líquido, já que o em barra acaba soltando alguns pedacinhos durante a passagem. Ou seja, acaba não adiantando muito e pode causar infecções da mesma forma.
Com o líquido, essa preocupação não existe e fica mais simples a lavagem, podendo já esfregar diretamente no local. Além disso, opte sempre por um soro fisiológico para passar depois da lavagem com sabão, usando um algodão simples ou uma cotonete.
6. Vestimenta e cabelo
Nos primeiros dias após a perfuração, o local fica bastante sensível e propício de dores que podem incomodar bastante. Por isso, o ideal é que se tenha cuidado ao realizar ações simples do dia a dia.
Por exemplo, ao se vestir, evite nos primeiros dias camisas com a gola muito apertada, que passe apertando a orelha. Afinal, além de doer, pode se prender ao piercing e causar algo ainda pior.
Mesmo assim, caso opte por usar, tenha cuidado e faça com a menor velocidade possível.
Outro cuidado importante está principalmente para as pessoas que possuem cabelos grandes. Nesse caso, o maior perigo está no pente ou escova se prenderem ao piercing, fazendo com que o mesmo seja puxado com força.
Para evitar esse tipo de situação, o ideal é que sejam realizados movimentos leves e com uma velocidade menor, lembrando sempre que ao lado existe uma perfuração em cicatrização.
7. Alimentação
Essa é uma dica mais básica, conhecida pela grande maioria das pessoas. Mesmo assim, é sempre importante reforçar o cuidado com a alimentação pós perfuração.
A principal indicação nesse caso é evitar alimentos gordurosos, pois prejudicam diretamente o processo de cicatrização da perfuração. Assim, os principais alimentos que devem ser evitados são:
Carne de porco
Chocolate
Maionese
Fast Foods
Além disso, evite também industrializados por um tempo. Em geral, o indicado é que se espere algumas semanas antes de voltar a ingerir alimentos com alto teor de gordura.
Em geral, a colocação do piercing na orelha é uma ação bastante comum e simples, até certo ponto. Dessa forma, alguns cuidados podem passar batido na hora de esperar pela cicatrização e, infelizmente, causar danos sérios a saúde.
Por isso, seguindo as dicas apontadas, o que se espera é uma recuperação completa e sem prejuízos. Além disso, evita que seja necessária a retirada do acessório.
Qual piercing na orelha dói mais
O piercing daith é uma perfuração realizada na cartilagem da orelha, acima do canal auditivo. Perfurar essa área pode levar mais tempo e um dos piercings mais dolorosos, por conta do difícil acesso que o profissional terá para colocar a agulha no lugar certo e também por perfurar uma cartilagem da orelha mais rígida.